domingo, 29 de julho de 2018

4º dia – Cemitério e Memorial Americano

Após uma longa uma noite de viagem chegámos ao parque de Flers, onde tomámos banho e preparámos o almoço e tendas.
Por volta do 12:30 partimos com destino ao cemitério militar americano, junto à praia de Ohama na Normandia. Neste cemitério que homenageia os soldados americanos intervinientes no dia D, vimos uma curta metragem sobre alguns casos específicos destes soldados. Neste pequeno filme estão representadas as funções desempenhadas e as cartas enviadas aos familiares dos combatentes.
Depois do filme tivemos oportunidade de visitar o cemitério de homenagem aos mais de dez mil soldados que morreram durante a batalha. Este cemitério estava dividido em dez secções, que tem como principal característica o perfeito alinhamento das sepulturas. 
Por fim reunimos no Memorial para tirar uma foto de grupo, e regressámos para o Parque de Campismo onde recarregámos as baterias para o dia seguinte.

Repórteres:
Francisco Reis
Marco Lopes
Paulo Silva
Tomás Ambrósio



















































sexta-feira, 27 de julho de 2018

3º Dia - Futuroscópio

Acordámos, cantámos os parabéns à Beatriz e partimos de Chauvigny após uma excelente noite de descanso, em direção ao Futuroscópio, situado em Poitiers. Futuroscópio é dos parques temáticos mais visitados em França, não só conhecido por possuir o maior ecrã 4K da Europa, com cerca de 45m, mas também por ter os espetáculos de encerramento mais extraordinários, originais e luminosos, capazes de deixar qualquer um de “boca aberta”. Da múltipla oferta atrativa que o parque oferece, partilhamos convosco as quatro que mais entusiasmaram cada um de nós. 

A viagem extraordinária
A mais recente atração do parque e, por consequência, a mais procurada, tem como tema a simulação de voo onde embarcamos numa viagem pelo mundo e como destino o Futuroscópio. Sendo esta uma das atrações mais modernas do parque, é também a mais realista; para além da imagem panorâmica 4K, contamos com assentos móveis e até mesmo vento, chuva e cheiro característico do local onde o avião está a sobrevoar. A arquitetura do edifício onde este simulador está localizado tem um caráter grandioso e moderno, fazendo lembrar os tubos de um órgão que rumam ao céu.
Repórter: Joaquim

Dança com os robôs
Para quem realmente gosta de música eletrónica e de dança, esta atração é a ideal. Ao entramos na mesma deparamo-nos com um ecrã enorme, onde não só passam as melhores faixas musicais da atualidade, como também é fornecido entretenimento nas filas de espera com jogos didáticos. Esta atração contém três níveis de dificuldade, a bordo com robôs de 7 metros que nos movimentavam pelo ar ao som do DJ Martin Solveig. Esta atração acaba por fornecer uma experiência radical, onde se presencia uma comunhão entre a robótica e a humanidade .
Repórter: Tatiana

A viagem de Arthur, Khel
Com uma decoração fortíssima e rigorosa ao longo das filas de espera e da atração em si, já seria de esperar que ao aderirmos à mesma, acabaríamos por ser engolidos num mundo totalmente paralelo ao nosso, mas ao mesmo tempo encantador e misterioso. A atração consiste numa viagem microscópica com o Minimeu principal, Arthur, a bordo de um besouro em que o veículo é um inseto chamado besouro e nós somos os supostos condutores do mesmo. Ao longo da experiência dessa viagem existe vários obstáculos, o que acaba por não só ser uma aventura extremamente radical, mas também uma aventura assustadora tendo em conta os animais presentes durante a mesma. Esta atração foi considerada em 2012 uma das melhores atrações do mundo, logo a originalidade e espontaniedade da mesma em 4k foi híper realista e sobretudo divertida para todas as idades.
Repórter: Khel

Rabbits: a máquina do tempo
Esta atração convida a uma viagem pelos tempos, de outras épocas, de outras gentes, passando a mão pelos anos e contextos que enriqueceram culturas e catapultaram a evolução. Sentados em retretes, foram-nos apresentadas explicações humorísticas para os alguns dos mais célebres feitos do Homem, de modo a que condições improváveis e sortudos desastres batessem certo e se fizesse história. Fogo? A queda trágica da máquina de lavar a roupa. Pinturas rupestres? Um espirro de lama contra uma parede. Rituais índios à volta da fogueira? O desassossego de evitar uma queimadura. Os nossos amigos Rabbits e os seus sarilhos colocam a veracidade histórica do avesso de uma forma que fará certamente rir até os mais sisudos. 
Repórter: Sofia